sábado, 10 de abril de 2010

NOITES SEM LUAR

Oh vida! Oh noites sem luar!
Dias de pura angústia, ansiedade, medo, confusão, vontade de só chorar, sumir.
Sentimento forte e grande de solidão.
Coração em suspenso, partido, triste, desencantado.
Depois de mais uma confirmada e definitiva separação.
Uma separação feita de amor, sonhos, risadas, brincadeiras, conversas sobre a vida,
Desilusão, decepção, quebra cruel de um encanto duradouro.
É como acordar de um lindo sonho de amor e se encontrar em um marasmo, uma vida entediante, um desânimo sem explicação.
Quem nunca viveu esse tipo de situação?
Uma pressa desesperada de encontrar alguém especial e sair dessa dura solidão.
Sair com amigos, viver a liberdade presente, aproveitar a vida curta, sorrir, namorar,
Sentir novas sensações, esquecer de certos padrões da sociedade.
Amar sem me lembrar, ou valorizar muito a opinião alheia, reviver épocas da infância.
Momentos tão bons, sem nenhum sentimento ruim, sem grandes responsabilidades.
Era só brincar, estudar, obedecer aos pais, sem preocupar com nada mais.
Vida boa quando era criança até certa fase da minha juventude.
Ás vezes também é bom ser adulto, apesar de tudo.
Ás vezes é inevitável conseguir controlar tanta ansiedade, revolta, melancolia, dúvidas.
E até ser grosseira, mesmo sem querer, com mais próximos amados, e que não merecem essa minha reação.
Queria ser diferente, e hoje, mais feliz do que estou no momento.
Mas como diz uma música, você é linda demais, perfeita aos olhos do Pai.
Se Ele me fez como sou, algum motivo maior, com certeza Ele tem.
Pôs pessoas queridas pra gostar de mim do jeito que sou e estou.
Pois Ele, maior que qualquer um, Me ama como sou, me vê “perfeita”.
E também me ama assim, mesmo como estou agora e ultimamente.

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