quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

DIFERENÇAS

Às vezes me pego pensando nas loucuras e adversidades desse mundo.
As pessoas tão diferentes umas das outras, seja fisicamente, ou jeito de pensar, vestir, agir, raças, religião, ou sexualidade.
Raças diferentes, culturas, ou línguas diferentes, sejam entre países ou regiões, expressões regionais.
Quando se atraem, para amizade ou algo mais, tudo se mistura, e nada disso torna um obstáculo.
E sim um atrativo, um charme a mais, um desafio para as pessoas,
Para o amor ou amizade provarem que é possível viver, e conviver bem com o diferente.
Mas nem sempre o diferente é bem aceito, ou é por preconceito, ou por inveja do outro, por não conseguir ser como o outro é.
Dizem que é defeito ser falso, mentiroso, mas quando se é sincero ou transparente demais, diz ou faz o que realmente quer, sente ou deseja,
São chamados de grosseiros, são isolados, imorais, e certamente mal vistos pela sociedade.
As pessoas fazem conceitos de corpo perfeito, do certo ou errado, normal ou “anormal”, ético ou não, moral ou imoral.
No fundo, quem são essas pessoas pra ditar tantas regras, que nem eles sabem o que são?Muitas vezes, nada disso eles são: certinhos, éticos, normais e morais.
“Rotulam” as pessoas, sem ao menos conhecê-las melhor, só vêem e julgam.
Julgam as pessoas pela aparência, às vezes nem lhe dão oportunidades de mostrar a capacidade que eles têm.
O diferente ou proibido às vezes são repelidos, não por não gostarmos deles,
Mas por sentirmos fortemente atraídos, e sabermos que seremos julgados, seremos usados de piada, e afastados.
Por isso, os “diferentes” estão sempre mais isolados, e o proibido é mais tentador.
É hipocrisia falarmos que racismo e preconceito realmente acabaram,
Deu uma boa amenizada, não tem como negar, ficamos até felizes.
Mas só quem sente na pele, sabe que não, e torce para que um dia possa realmente acabar.

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